A responsabilidade coletiva: Biossegurança no transporte e nos treinos de columbofilia


Série: Saúde e Manejo | FCB-BR/FCI | Setembro 2026

Você fez tudo certo. Vacinou em dia. Vermifugou. Manteve o pombal limpo. Separou os novos ingressantes. Seguiu o protocolo.

E mesmo assim, dois dias depois de uma prova, um pombo apresentou sintomas que não deveriam estar lá.

Esse é o paradoxo mais frustrante da columbofilia: o criador que cuida do seu plantel com rigor pode perder aves por decisões que outros criadores tomam fora do seu pombal.

O que acontece dentro do caixote de transporte e no ponto de soltura é a variável que nenhum criador controla sozinho. Mas todos podem entender, e é sobre isso que trata o artigo desta semana na Área do Sócio.

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