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FCB parabeniza todas as mães pelo seu dia especial!

Em cada Mãe há um coração poderoso, uma força de guerreira, um amor que perdura além da vida. 

Em cada mãe se reproduz o milagre da vida, a grandeza da criação, e a cada uma devemos um agradecimento e muita reverência. 

Pois nos seus braços descansou o futuro do mundo, e no seu colo se curaram muitas tristezas. Não há nada nem ninguém que se iguale a uma mãe, nem há amor que se compare ao seu. 

A Federação Columbófila Brasileira parabeniza todas as mães por serem tão fortes, maravilhosas e inspiradoras. E um sincero agradecimento por tudo! 

Feliz Dia para todas as Mães guerreiras, hoje, e todos os outros dias, pois delas são todos sem exceção!

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Nota de Luto expedida pelo Comitê Diretor da A.I.L.A.C.

O Comitê Diretor da A.I.L.A.C. junta-se aos irmãos colombianos no luto pela morte surpresa de Juan Carlos Escobar Rendon, amigo, líder e grande apreciador da cidade de Manizales, presidente da Associação de Palomares de Manizales (ASPA).

Juan Carlos sempre esteve ligado ao mundo ibero-latino-americano, principalmente na etapa de surgimento dos Derbys em Colombódromos em meados dos anos 90, contribuindo para que a Federação Colombiana de Colombófila fosse pioneira no assunto.

Descanse em paz.

Texto original em Espanhol:

El Comité Director de la A.I.L.A.C. se une en el dolor a los hermanos colombófilos de Colombia ante el sorpresivo fallecimiento de Juan Carlos Escobar Rendon, amigo, dirigente y gran colombófilo de la ciudad de Manizales, presidente de la Asociación de Palomares de Manizales (ASPA).

Juan Carlos estuvo vinculado al mundo ibero latinoamericano desde siempre, en especial en la etapa de surgimiento de los Derbys en Colombódromos a mediados de los `90, contribuyendo a que la Federación Colombófila de Colombia fuera pionera en la materia. 

Que en paz descanse.

Colaboração: Assessoria de Comunicação FCB

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Nota de Falecimento

A Diretoria da Federação Columbófila Brasileira informa, com muito pesar, o falecimento da Sra. Gláucia Maria Queiroz Bezerra Barros, esposa  do nosso amigo Columbófilo Danilo Barros criador oficial de pombos de corrida pertencente a ASSOCIAÇÃO DOS CRIADORES INDEPENDENTES DO CEARÁ – ACIC de Fortaleza/CE. 

Lamentamos profundamente e desejamos o consolo de Nosso Senhor Jesus Cristo a todos familiares e amigos. É um momento muito duro e não temos palavras suficientes para elucidar tamanha perda. Que Deus conforte os corações de todos.

Assessoria de Comunicação 

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Memórias da Columbofilia Brasileira

Memórias da Columbofilia Brasileira 

A Federação Columbófila Brasileira rememora os primórdios do nosso desporto e a sua relevante importância em nosso país.

Disponibilizaremos a partir deste post aos nossos associados, uma galeria de imagens que nos trará a trajetória dos costumes e cultura do nosso desporto. 

Participe enviando suas fotos de recordações para contato@fcb.org.br para disponibilizarmos nesta galeria.

Venha recordar e comemore conosco as grandes recordações do nosso desporto. 

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Você sabia? Pombos não são nativos do Brasil, foram trazidos para cá: conheça a história

Fonte: Jornal O Povo – Publicado em 02/04/2021

Estes pássaros se adaptaram bem do ambiente urbano, fazem parte do cotidiano e da paisagem da cidade, mas nem sempre estiveram aqui

É difícil caminhar por qualquer centro urbano do Brasil sem avistar um exemplar que seja, pendurado num teto, bicando o chão das praças ou levantando voo, do Columba livia. Ou seja, um pombo. Estas aves, de penugem cinzenta com manchas pretas e brancas e uma leve pincelada verde-arroxeada no pescoço, estão perfeitamente adaptadas ao ambiente urbano e fizeram das nossas cidades seus lares. Mas nem sempre viveram aqui no Brasil. Nem no continente americano.

Primeiro, é importante destacar: os pombos fazem parte de uma grande família chamada Columbidae, com mais de 300 espécies por todo o mundo. Aqui, tratamos especificamente do Columba livia domestica, nome científico desta ave que vemos comumente em nossas cidades. O Columba livia também é conhecido como pombo comum e, muitas vezes, como pombo doméstico. E ele não é um pássaro nativo das Américas.

O animal foi trazido para diferentes partes do continente americano ao longo do processo de colonização pelos europeus. Na América do Norte, por exemplo, foram introduzidos no século XVII nas então Treze Colônias britânicas, que viriam a se transformar nos Estados Unidos da América. 

No Brasil, este tipo de pombo foi introduzido pelos portugueses, conforme o livro Ornitologia Brasileira, do ornitólogo alemão Helmut Sick. A obra, considerada a Bíblia da ornitologia no País, realizou um extenso levantamento das aves no Brasil desde o século XVI até o final do século passado.

Estes pombos comuns aqui são descendentes do pombo-bravo, ou pombos-das-rochas, o Columba livia atlantis. A ave é originária da Europa, Oriente Médio e norte da África, isto é, da região do Mediterrâneo, conhecida por ficar nos paredões de pedra à beira-mar. Conforme o livro, a sua introdução nas terras brasileiras ocorreu já no século XVI, a despeito de versões que circulam de que foram trazidos apenas no século XIX com a vinda da família real portuguesa, que teria querido “enfeitar” as cidades brasileiras com estas aves para dar-lhes um ar mais europeu.

Os pombos, quando foram trazidos para cá no início da colonização, viviam apenas em gaiolas, eram aves domésticas para um fim prático: alimentação. Aqui e na América do Norte, os pombos constavam no cardápio dos colonizadores, assim como as galinhas-d’angola (Numida meleagris), conhecidas popularmente no Ceará como capote. Foram os portugueses, também, que trouxeram outro pássaro muito comum nos céus do Brasil, o pardal (Passer domesticus).

FORTALEZA, CE, BRASIL, 14-02-2021: Praça João Gentil estava vazia na tarde deste domingo de carnaval. Apenas AMC e algumas pessoas em situação de rua transitavam na praça além dos pombos. (Foto:Júlio Caesar / O Povo)
FORTALEZA, CE, BRASIL, 14-02-2021: Praça João Gentil estava vazia na tarde deste domingo de carnaval. Apenas AMC e algumas pessoas em situação de rua transitavam na praça além dos pombos. (Foto:Júlio Caesar / O Povo) (Foto: JÚLIO CAESAR)

Em dado momento, tanto pombos como pardais lograram escapar do cativeiro e tiveram sucesso em se adaptar ao ambiente local, sem, contudo, se afastar das regiões habitadas pela espécie humana. As mesmas regiões onde proliferaram e onde os vemos até hoje. Sua população numerosa trouxe outra questão, desta vez, sanitária.

É que os pombos de rua, muitas vezes, são chamados de “praga urbana”. Como não têm predadores naturais nas cidades, reproduzem sem obstáculos. Através de suas fezes, doenças como a criptococose, histoplasmose e dermatites podem ser transmitidas. Contudo, o animal, em si, não é doente nem deve ser maltratado – ele é protegido, inclusive, pela Lei de Crimes Ambientais n° 9.605/98.

A infecção pelas fezes não é uma exclusividade dos pombos. No entanto, por sua população numerosa, torna-se mais representativa. “Sendo bem criados, podem até ser consumidos sem problemas”, esclarece o professor Luís Gonzaga Sales, do curso de Ciências Biológicas da Universidade Estadual do Ceará (Uece). “O caso é que nas ruas bebem e comem que não devem e se contaminam de certas enfermidades que podem ser transmitidas ao homem”.

Como em seu organismo podem ficar alojados os agentes causadores dessas enfermidades, são recomendadas algumas medidas de prevenção para lidar com estas aves selvagens, como instalar telas em áreas com possibilidade de aglomeração de aves (sótão, vãos de ar-condicionado, etc) e manter a limpeza das áreas com fezes, que devem ser umedecidas e removidas por uma pessoa utilizando máscaras ou pano úmido na boca e nariz.

FORTALEZA, CE, BRASIL, 23-01-2020: Dias de alto calor em Fortaleza, Pombos tomando agua na Praça do Ferreira. (Foto: Aurelio Alves/O POVO).
FORTALEZA, CE, BRASIL, 23-01-2020: Dias de alto calor em Fortaleza, Pombos tomando agua na Praça do Ferreira. (Foto: Aurelio Alves/O POVO). (Foto: Aurélio Alves)

Por que não vemos ninhos de pombos nem pombos filhotes?

A despeito de seu comportamento cosmopolita, perto dos humanos e no meio das cidades, os pombos são muito discretos quando se trata de reprodução. Neste aspecto, preservam o mesmo costume de seus ancestrais mediterrâneos, o pombo-das-rochas: preferem pôr os ovos em rochedos, sítios pedregosos, de difícil acesso.

Hoje, após trocar os paredões à beira-mar pela selva de pedra das cidades, estas aves encontraram nos edifícios citadinos uma alternativa para nidificar. Diferente de muitos pássaros, que buscam aves para o lar, os pombos costumam instalar os ninhos em torres altas, em espaços com menor movimento, por isso preferem os topos das igrejas, prédios abandonados e estruturas internas das pontes.

Ainda assim, se você parar para mirar o topo de uma igreja em busca de um bebê pombo, não deve encontrá-lo. Um filhote de pombo leva cerca de 40 dias entre o nascimento e a criação de penas, quase o dobro do tempo que outros pássaros. Durante este período, ficam recolhidos, protegidos e são alimentados pelos pais, que regurgitam os alimentos da própria garganta para a cria comer.

Quando finalmente deixam o ninho de pedra, os pombos bebês já estão cobertos de penugem e relativamente grandes. Embora sejam pouco menores que um pombo adulto, é difícil para um leigo distinguí-los. Principalmente se estão no ar. Assim, a infância dos pombos permanece um mistério para muitos.

Columbofilia, a criação doméstica de pombos – ou de atletas do ar

No céu do Brasil também voam pombos não em busca de comida ou de um lugarejo para se aninhar, mas em longas competições de voo. São chamados por seus criadores de “atletas do ar”. E são fruto de uma prática antiga, difundida por todo o mundo: a columbofilia.

O nome, derivado da raiz Columbidae que dá nome à família em que se encaixam os pombos, é usado para designar a atividade de criação e treinamento dos pombos-correio, utilizados, antigamente, no transporte de mensagens com fins militares. Nos Estados Unidos havia, inclusive, o US Army Pigeon Service, uma unidade militar de pombos-correio que atuou nas duas Grandes Guerras. Outros países como França e Reino Unido tinham unidades militares semelhantes.

A atuação destas aves ficou imortalizada em inúmeros filmes sobre a Primeira e a Segunda Guerra Mundial, e ganhou até versões mais simpáticas como o Valiant, animação de 2005 sobre um corajoso pombo que precisa escapar dos nazistas, resgatar um amigo e entregar uma importante mensagem aos Aliados. Mas seu uso militar vem de muito antes. Um conflito-chave para o desenrolar da Primeira Guerra Mundial, a Guerra Franco-Prussiana (1870-1871) teve largo uso de pombos-correio.

No Brasil, a prática da columbofilia também teve início com forte aspecto militar. Essas aves treinadas foram introduzidas na década de 1860, período da Guerra do Paraguai, e vieram importadas da Alemanha. Chegaram por estados como Rio Grande do Sul e Paraná, justamente nas proximidades do conflito. Sua importância era tal que a criação desses pombos-correio era regulamentada pelo próprio Ministério da Guerra.

“Nossos pombos são considerados pombos de atleta. Ele é vacinado, tratado como atleta, tem comida balanceada, vacina, muito bem cuidado, e são feitas competições”, explica Cláudio Boriola, presidente da Federação Columbófila Brasileira (FCB). A entidade, fundada em 1993, reúne as federações e clubes estaduais e ela mesma é filiada à Federação Columbófila Internacional, sediada na Bélgica, país referência da columbofilia.

“Esse hobby na Europa é muito prestigiado e aqui no Brasil. Hoje temos cerca de 70 clubes oficiais, cada clube com cerca de 50 associados. O clube recebe uma anilha internacional controlada pela Federação Brasileira. Quando o clube compra anilha e repassa para seu criador, é feito um certificado de propriedade que garante que aquele pombo é oficial de corrida, um atleta do ar”, detalha Boriola.

A anilha é posta no animal logo nos sete primeiros dias de nascimento. Quando ele cria penas, começam os treinamentos. Atualmente, existem cerca de 250 mil pombos atletas no Brasil, com a identificação oficial da FCB. São 2.500 columbófilos registrados na federação, mas a criação de cada um varia. Alguns têm entre 30 e 50 aves no pombal; Outros, mais de mil. Ali, recebem alimentação, treinamento, medicação, visitas veterinárias.

As competições costumam medir a velocidade e a resistência destes pombos-correio. Pombos voam, em média, a 90 km/h. Alguns mais, outros menos. O maior diferencial, portanto, é a precisão e a velocidade atingidas. Nas competições, as aves são marcadas com chips e liberadas, todas de uma vez, em terrenos abertos. Elas regressam para seus pombais, onde foram criadas, e é feita uma leitura do chip para avaliar seu desempenho.

Mas por que pombos? Estas aves possuem um forte mecanismo natural de fidelidade. Como os pombos-correio têm moradia fixa, com alimentação e proteção, sempre voltam para casa. Ao contrário do que muitos pensam, os pombos-correio não levam simplesmente uma mensagem de um ponto a outro, encontrando lugares desconhecidos.

Eles são transportados a um ponto, onde são soltos, e então voltam para casa. Portanto, eram soltos, por exemplo, em um campo de batalha nas guerras, e logo achavam o caminho de casa – os quartéis-generais onde foram criados – com importantes mensagens a tiracolo.

Pombo com anilha verde na pata esquerda. Os pombos criados por columbófilos recebem a anilha de identificação logo nos primeiros sete dias de vida
Pombo com anilha verde na pata esquerda. Os pombos criados por columbófilos recebem a anilha de identificação logo nos primeiros sete dias de vida (Foto: Arquivo pessoal/Ricardo Bonfim)

A prática não é nova. Os pombos foram domesticados na Ásia há cerca de 5 mil anos. Os fenícios os utilizavam, por volta de 1000 a.C., como bússolas – conhecidos por suas navegações, quando se sentiam perdidos, os fenícios soltavam pombos do ponto do oceano onde estavam, e as aves faziam o caminho de volta para casa na Fenícia, região onde hoje estão Síria, Líbano e Israel. Aí, para os navegadores fenícios, era só seguir as aves de volta.

Aliás, a cidade de Fortaleza, embora tenha poucos columbófilos, tem um clube ativo e homologado na FCB. Mas sua importância para a columbofilia é outra. Segundo o livro Ornitologia Brasil, aqui foi batido o recorde de distância percorrida por um pombo. Enquanto pombos, normalmente, percorrem 1 a 1,2 mil quilômetros, em 1986 um deles saiu de Guernsey, uma ilha britânica no Canal da Mancha, quase na costa francesa, percorreu mais de 9 mil quilômetros e pousou na capital do Ceará.

Hoje, os melhores pombos dão origem a verdadeiras linhagens de pedigree. A prática do pedigree é feita com o cruzamento das aves com as melhores atribuições, levando em conta seus pais e avós. Com isso, há inclusive um mercado de importações e exportações destes animais. Em novembro de 2020, um milionário chinês arrematou um pombo-correio belga de boa linhagem por 1,6 milhão de euros, mais de R$ 10 milhões.

Aliás, o negócio para o dono do pombal foi ainda melhor. Com idade avançada e sem tempo, o proprietário pôs todos os 445 pombos-correios criados com esmero para venda. Ao fim, arrecadou 6 milhões de euros, cerca de R$ 37 milhões. No Brasil, para importar um pombo destes, é necessário autorização da federação, que regula a columbofilia no País.

A FCB, aliás, busca uma regulação ainda maior – quer reconhecimento da prática em nível federal. A organização apresentou um requerimento na Câmara dos Deputados para a columbofilia obter o reconhecimento como desporto. A oficialidade da prática também permitiria, por exemplo, a atuação da FCB perante órgãos como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) ou o Ministério da Agricultura, relacionados à criação ou importação e exportação de animais, argumenta o projeto.

“Além de ser um hobby, ele é um desporto e uma cultura. Não são todos que criam o pombo-correio, mas aqueles que criam querem ser reconhecidos como criadores oficiais. O jogador de vôlei, de futebol, é reconhecido, por que o columbófilo não é?”, questiona Cláudio Boriola.

Criatório oficial homologado e certificado pela Federação Columbófila Brasileira. Os pombos criados por columbófilos recebem tratamento diferenciado e são condicionados em local especial, higienizados, vacinados e recebem tratamento de atletas
(Foto: Arquivo pessoal/Ricardo Bonfim)

Fonte: Jornal O Povo

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FCB inicia campanha para a regularização de Criadores Oficiais de Pombos de Corrida em todo o Brasil

A FEDERAÇÃO COLUMBÓFILA BRASILEIRA deu início à campanha para a regularização dos Criadores Oficiais de Pombo de Corrida em todo o Brasil  

aos criadores que ainda não possuem o Certificado de Pombal  ou  licença para a atividade. 

A Diretoria da Entidade informa que os criadores de pombos de corrida que se encontram com pendências estarão sujeitos a autuações.

O Médico Veterinário, Prof. Phd Dr. Adriano Carrasco, da UNICENTRO de Guarapuava-PR, que colabora com a Entidade através do Convênio firmado, explicou que a regularização é de suma importância e visa atender a todos os sócios da Federação Columbófila Brasileira através da regularização dos criadores oficiais de pombo de corrida, em especial nos casos de possível fiscalização pelos agentes federal, estadual ou municipal. 

A regularização é feita pela Federação Columbófila Brasileira que segue os protocolos e padrões nacionais e internacionais para a criação de pombo de corrida, por meio do site da Entidade, o processo passou a ser realizado pela FCB a partir do dia 24/03/2021. 

“Os criadores que ainda tiverem pendências ou que ainda não estiverem cadastrados devem procurar a Entidade para se regularizar. Nós estaremos enviando todos os procedimentos aos criadores que desejarem ter seu pombal certificado, evitando qualquer tipo de problema de fiscalização sanitária. A campanha se estenderá até o final do ano”, disse.

O Sistema de Gestão de Criadores oficiais de Pombos de Corrida  FCB, foi desenvolvido com objetivo de orientar a criação de Pombos de Corrida, Vacinas, Higienização e Palestras.

No mês de abril/2021 daremos início ao Ciclo de Palestras que estão agendadas para os dias 12/04/2021 (segunda-feira) e 26/04/2021 (segunda-feira), a partir das 19:30 horas (horário de Brasília). As inscrições devem ser feitas através do e-mail contato@fcb.org.br.

O sistema de Certificação Oficial FCB permite a criação em todo o território nacional de forma legalizada.

Os criadores que quiserem obter mais informações podem acessar o site http://www.fcb.org.br ou, em caso de maiores dúvidas, entrar em contato com através do e-mail contato@fcb.org.br

Assessoria de Comunicação  

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Nota de Falecimento

A Federação Columbófila Brasileira expressa profundo pesar pelo falecimento do amigo Columbófila Antonio Mendes.

“Português e Amante de Pombos Correio” como era chamado pelos amigos, foi um dos ícones da Columbofilia brasileira no Estado do Paraná com suas infinita generosidade e bondade, amava presentear os amigos com seus pombos.

Nos deixa grandes ensinamentos de humildade, honestidade, solidariedade e amizade.

A Diretoria da Federação Columbófila Brasileira agradece por sua competente e ilibada participação em toda a sua trajetória no desporto dedicado à Columbofilia nacional. 

Externamos  nossas condolências aos familiares e amigos pela inestimável perda. 

A Diretoria 

Assessoria de Comunicação

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Órgãos de Fiscalização passa a exigir informações de todos os criadores de pombos-correio do Brasil

Órgãos de Fiscalização passa a exigir informações de todos os columbófilos do Brasil.

No dia 09 de março de 2021 às 19:30h ocorreu a Reunião extraordinária emergencial convocada pela Diretoria da Entidade, onde esteve presente os membros integrantes do Conselho Deliberativo, Departamento Técnico e Comissão de Disciplina.

O motivo da reunião se deu devido as exigências dos Órgãos de Fiscalização Sanitária para o intento de impedir a proliferação de doenças transmissíveis para outras espécimes aninais, maus tratos, falta de higienização e vacinas, com o objetivo de obter informações, controle dos plantéis e de seus criadores oficiais de pombo-correio em todo o território brasileiro. 

Levando em consideração que a Federação Columbófila Brasileira é uma Entidade que representa a Columbofilia nacional na modalidade desportiva em todo o Brasil e no exterior, foi deliberado o atendimento de imediato as exigências com o fornecimento de todas as informações e documentações exigidas, em especial os registros de todos os animais, criadores e Clubes existentes em todo o Brasil. 

O atendimento das exigências passa a ser obrigatória e envolve todos os criadores de pombos-correio do país, devendo informar – ano do nascimento, sexo, cor, número do anel oficial contendo obrigatoriamente as siglas “FCB-BR – FCI”, ficha de cadastro do associado e demais documentos de identificação dos Clubes filiados conjuntamente com cópias dos documentos e seu respectivo registro homologatório. 

O sócio que não enviar à Entidade os dados exigidos, até a data limite a ser estipulada para o atendimento das exigências, poderá ter o seu pombal interditado pela autoridade fiscalizadora e aplicação de multa pela desobediência, isentando a Federação Columbófila Brasileira de quaisquer responsabilidades. 

Informações adicionais para o cumprimento da medida deverá ser solicitada através do e-mail contato@fcb.org.br

Assessoria de Comunicação 

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Certificados Oficiais FCB emitidos aos concorrentes da I Copa Piaui de Pombos Correios

A Federação Columbófila Brasileira informa ter emitido dez Certificados Oficiais padrão FCI – AILAC aos dez sócios concorrentes que participaram da I COPA PIAUI DE POMBOS CORREIOS, que garantiram as dez melhores classificações na apuração geral. 

Também está sendo entregue dez Troféus Oficiais personalizados FCB para os dez primeiros concorrentes classificados na I Copa Piaui de Pombos Correios. 

A Diretoria da FCB parabeniza a todos de uma forma especial ao Sr. Cosmo Ferreira da Costa Júnior, por mais essa brilhante iniciativa.

Nesta época de pandemia, observamos muitas superações para praticar nosso desporto e queremos deixar o nossos agradecimentos especiais com mais essa homenagem a todos os sócios FCB. Criar pombo correio não é para qualquer um. Manejá-los é um dom. 

Relação dos Sócios-concorrentes:

1º Lugar –  Gilberto Teixeira de Sousa – Pombo: 9000852/19

2º Lugar – William do Nascimento Silva – Pombo: 8042461/18

 3º Lugar – Mauricio Pereira da Costa – Pombo: 9000704/19 

 4º Lugar – Reginaldo Teixeira de Sousa – Pombo: 9000654/19 

 5º Lugar – Sergio Carvalho Moraes – Pombo: 9007049/19 

 6º Lugar – Joaquim Pereira Silva – Pombo: 8015646/18 

 7º Lugar – Benedito Teodoro de Sousa – Pombo: 7040109/17 

 8º Lugar – Braulio Oliveira da Silva – Pombo: 9000965/19 

 9º Lugar – Ronaldo Fontenele Borges – Pombo: 8044788/18 

 10º Lugar – Paulo Emídio Alencar dos Santos – Pombo: 9007293/19

FCB pensando sempre em você!

Assessoria de Comunicação. 

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Certificados Oficiais FCB emitidos aos Sócios da Associação Columbófila Francisco Sá – MG

A Federação Columbófila Brasileira informa ter emitido dez Certificados Oficiais padrão FCI – AILAC aos dez Sócios da Associação Columbófila Francisco Sá-MG que garantiram classificação no campeonato geral. 

Também está sendo entregue dez Troféus Oficiais personalizados FCB para os dez primeiros concorrentes classificados no Campeonato Geral do Clube. 

A Diretoria da FCB parabeniza a todos de uma forma especial porque vocês são verdadeiros guerreiros. Nesta época de pandemia, observamos muitas superações para praticar nosso desporto e queremos deixar o nossos agradecimentos especiais com mais essa homenagem a todos os sócios FCB.

Criar pombo correio não é para qualquer um. Manejá-los é um dom. 

Relação dos Sócios:

1° Gustavo Manuel Pereira Conceição 9120308-19

2° Douglas Santiago Rodrigues de Moura  (Fernando & Dodô) 9095184-19

3° André Rodrigues Nascimento 515280-16

4° Joel Rodrigues Miranda ( Joel & lorão)7014140-17

5° Johny Rafael Pereira dos Santos Johny & Edtacio) 8093785-18

6° Milton César Gonçalves Silva Xavier ( Milton & Sadan) 8119325-18

7° Antônio Marcos Gonçalves Azevedo 8157347-18

8° Edson Rodrigues Lopes (Edin & Gustavo) 9121272-19

9° Ernane Pires  de Oliveira 470566-16

10° Cícero Almir Lopes Silva (Gilvan & Cicin) 8157389-18

FCB pensando sempre em você!

Assessoria de Comunicação.