Prezados Associados da Federação Columbófila Brasileira,


Fui contactado pela Presidência da Federação Columbófila Brasileira, para que mesmo a distância, possa auxiliar nesta grava situação que vem ocorrendo com as aves, na região de Belo Horizonte. Infelizmente, por conta de toda a situação gerada pela Pandemia do COVID 19, as formas não ocorrem muitas vezes na forma nem na velocidade que gostaríamos.

O Convênio de Cooperação Técnica entre o Laboratório de Doenças Infecciosas e Parasitárias da Unicentro, Instituição a qual pertenço, e a Federação Columbófila Brasileira está em fase de finalização, porém, também atrasado pela falta de pessoal em nosso setor responsável, acarretada pela COVID.

Estou entrando em contato com colegas de Universidades mais próximas à região de Belo Horizonte, para que possamos estabelecer uma pareceria e tentar chegar ao diagnóstico do problema que aflige a Columbofilia desta região. Acredito que para a próxima semana já tenhamos algum tipo de novidade.


Com relação ao problema em sí, embora não tenhamos a certeza de qual seja a sua efetiva causa, minha recomendação é que todos os criadores passem, dentro de suas possibilidade e disponibilidades, estabelecer uma espécie de isolamento para separar os animais que apresentem algum tipo de alteração clínica. Esta instalação deve ser fisicamente separada das demais instalações, e principalmente, não compartilhar comedouros e bebedouros entre elas. Este isolamento deve passar por desinfecção frequente, se possível diária, e pode ser utilizado água sanitária (pode ser utilizada na diluição de 1:10, ou seja, uma parte de água sanitária para 9 partes de água) para este procedimento, devido ao seu baixo custo e sua boa eficiência. Também recomendo que sejam utilizados, se possível, 2 jogos de comedouros e bebedouros, e estes sejam trocados diariamente. A cada troca, o conjunto retirado deve ser lavado e deixado submerso, também em uma solução de água sanitária.

Estas são medidas gerais de sanidade, que, independente do agente envolvido (vírus, bactéria, fungo ou parasita) irá auxiliar na redução da circulação do agente, até que tenhamos um diagnóstico preciso e possamos adotar medidas específicas de controle.

Atenciosamente,


Prof. Dr. Adriano de Oliveira Torres Carrasco
Professor Associado – Departamento de Medicina Veterinária
Universidade Estadual do Centro Oeste- UNICENTRO

Assessoria de Comunicação FCB

8 Comments

  1. Sérgio Maia de Miranda.
    21/08/2020

    Parabéns pela orientação técnica e obrigado pela atenção dispensada à Columbofilia.

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  2. Parceria que dara serto
    Parabéns a toda DIRETORIA

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  3. Vanderlei Rodrigues de Almeida
    21/08/2020

    Estamos todos aflitos pra resolver está situação inesperada ,obrigado sucesso pra todos .

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  4. Joel Miranda
    21/08/2020

    FCB levando a Columbofilía brasileira a outro patamar. Parabéns, continue assim.

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